Objetivo: Orientar os participantes quanto aos procedimentos realizados no cotidiano para a produção de um alimento seguro.
Conteúdo: como fazer compras nos supermercados, feiras e afins; como armazenar os alimentos; como manipular os alimentos de forma segura; formas de visualizar os perigos e os erros escondidos na sua cozinha; coisas para ficar atento no momento de fazer a refeição ou compras de alimentos fora de casa seja em ambulantes, restaurantes, lanchonetes
Público-Alvo: Donas de casa, domésticas, consumidores em geral, estudantes e profissionais da área de Higiene de alimentos.
Veja mais detalhes no site: www.alimentosealimentacao.com.br/inspetorsaude
Fique de olho na saúde!
Você sabia que melancia possui contra-indicação?
PARA QUEM COME MILHO VERDE NAS RUAS
Validade de frutas cortadas
Benefícios e cuidados com o Mel de abelhas
LEITE PASTEURIZADO X LEITE UHT
PÃO COM MOFO AINDA DENTRO DA VALIDADE?
Higiene de COADOR DE PANO e GARRAFA TÉRMICA
Benefícios da Maçã
DICA PARA GUARDAR ALIMENTOS
VOCÊ LEVA ALMOÇO DE CASA PARA O TRABALHO?
RISCO: Consumo de maionese, catchup e mostrada na rua.
BANDEJAS DE LANCHONETE - ABRA O OLHO!
O que você deve fazer para não perder os benefícios do café.
O VINAGRE E OS SEUS BENEFÍCIOS
BATATA: doce ou inglesa?
O telespectador pediu e o Inspetor saúde deu algumas dicas sobre higiene de escovas de dentes!
COMER FORA DE HORA PODER SER MUIIIIIIIIIIIIIITO PERIGOSO!
MANTEIGA OU MARGARINA?
Aproveite melhor os benefícios do alho e saiba como higienizar o rodo de pia
Cuidado com a contaminação na sua cozinha!
Lavar as mãos antes de se alimentar!
Cuidado para não se contaminar com atitudes simples.
CARANGUEJO e seus riscos
Salsicha faz mal,SIM SENHOR!
ONDE ESTÃO OS BANHEIROS PÚBLICOS?
Inspetor responde dúvidas dos telespectadores
Você come um alimento que caiu no chão?
Benefícios do GENGIBRE
Berinjela e suas curiosidades
Benefícios da canela
Chocolate faz bem pra saúde? Faz mal para animais?
Quais alimentos previnem a osteoporose?
Ajude a combater a DENGUE
Quais os benefícios das folhas verdes?
Mitos sobre emagrecimento
Conheça os diferentes tipos de açúcar e se existe algum benéfico para você
carne vermelha faz mal à saúde?
Os benefícios do Açaí
Verdade ou mentira? O Inspetor Saúde esclarece alguns mitos.
Lanche escolar: o que colocar na lancheira do seu filho?
Pão francês ou tapioca? O que é mais saudável?
O Sódio é o vilão
Como aproveitar os alimentos da ceia de Natal
Benefícios e malefícios do café
Saiba que tipo de adoçante você pode tomar
Cuidado com os canudinhos!
Hoje é dia do Supermercado - Conheça os bastidores de um supermercado!
Dicas simples para se proteger das bactérias no dia-a-dia
Blitz do Inspetor Saúde no bairro São João do Tauape em Fortaleza
Higiene de mamadeiras e chupetas
A criançada e as frutas
Hoje é o dia do engenheiro de alimentos. Você sabe o que ele faz?
Blitz da Saúde!
O que fazer com o óleo de cozinha depois de utilizado?
Que quantidade de água você bebe por dia?
Benefícios do Tomate
Você gosta de carne? Atenção:CENAS FORTES
Cuidado com as plantas medicinais
Garrafões de água mineral possuem validade!
Benefícios da Pimenta
Inspetor Saúde fala sobre o Suco do Guaraná
Aprenda como escolher frutas
Pesquisa diz que brasileiros não lavam as mãos
Carnes: congela e descongela!
Validade de produtos alimentícios após abertos
Ficar de olho na higiene dos garrafões de água é fundamental
Talheres de restaurantes
Comer fora de casa não é tarefa fácil!
Panos de prato
Cuidados com a esponja de louça!
Copos também podem transmitir doenças
Panelas de alumínio fazem mal à saúde?
Não somente o recheio de um biscoito pode fazer mal à saúde.
Qual a utilidade do vinagre na higienização de vegetais?
Batata frita faz mal? Confira também artigo abaixo no blog
Os malefícios do detergente
Vegetais Pré-higienizados
Chocolate e algumas curiosidades
Produtos Saneantes caseiros podem ser perigosos!
Vai comprar pescado? fique atento!
A sardinha faz bem para a saúde?
Você já ouviu falar em ovos pasteurizados?
Faça dindin (sacolé) com segurança!
Inspetor Saúde leva Fagatinha ao supermercado para dar dicas de alimentação à criançada!
O suco de laranjas vendido nas lanchonetes pode estar contaminado?
Inspetor Saúde mostra os perigos do botulismo:palmito e mel de abelhas
Precisa ferver o leite de saco?O Inspetor Saúde tira esta e outras dúvidas dos telespectadores
Ambulantes não poderão mais vender alimentos perecíveis nas praias do RJ
Inspetor Saúde mostra como preservar a vitamina C do suco de laranja
Comidas vendidas por ambulantes nas praias do RJ terão que obedecer regras rígidas
Fazer compras nos supermercados pode ser tarefa difícil pra muita gente.
Inspetor Saúde mostra como acontece uma intoxicação alimentar por Staphylococcus aureus
Inspetor Saúde fala sobre MICOTOXINAS
Inspetor Saúde dá algumas dicas para ambulantes no centro da cidade
Inspetor Saúde mostra a diferença entre o álcool comum, o álcool 70 e o álcool gel
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Agrotóxicos em questão
Alimento & Saúde
Os agrotóxicos: com fugir disso tudo?
Professor Cláudio Lima
S/ Email12/06/2010 13:00
S/ Email12/06/2010 13:00
Em toda visita ao nutricionista, saímos do consultório com uma lista enorme do que podemos e do que não devemos comer. Claro que a elaboração dessa lista depende do objetivo de cada pessoa. Algumas pessoas procuram o nutricionista porque querem emagrecer, algumas porque querem engordar, pois não conseguem, e outras querem apenas manter o peso e ter uma boa saúde e qualidade de vida.
Alimentos pesquisados
Mas o que é fato é que todos esses grupos que procuram um nutricionista saem com a certeza de que têm que inserir frutas e verduras nas suas dietas.
O consumo de frutas e verduras pode - além de todos os benefícios causados pelas vitaminas, fibras, minerais e pigmentos promotores de saúde - causar infecções microbianas, infestações por parasitas ou intoxicações químicas. As infecções microbianas podem ser causadas pela ingestão de bactérias e vírus presentes nesses alimentos devido o contato com o solo, o manuseio inadequado ou mesmo através da irrigação com água servida (água com dejetos humanos).
A infestação com ovos de parasitas como a tênia - que pode causar a cisticercose - ou a giárdia e a ameba, também é originada pelo manuseio inadequado e irrigação com água contaminada.Nestes casos de contaminação microbiana ou por parasitas, a higienização realizada com hipoclorito de sódio seguida de uma solução de vinagre praticamente elimina o risco de se contrair uma doença causada por estes microrganismos ou vermes. Mas a contaminação dos vegetais por substâncias químicas através do uso de defensivos agrícolas é a mais preocupante. A preocupação é grande, pois em alguns casos os agrotóxicos são absorvidos pela planta, penetrando em seu interior através de suas porosidades.
O fato de lavar esses alimentos em água corrente apenas remove uma pequena parte dos resíduos de agrotóxicos presentes na superfície desses vegetais. Os agrotóxicos que são absorvidos por tecidos internos da planta, caso ainda não tenham sido degradados pelo metabolismo do vegetal, permanecerão nos alimentos mesmo que esses sejam lavados. Portanto, o consumidor vai ingerir o agrotóxico que estava presente no vegetal.
Não há um método, pelo menos até hoje, que possa ser utilizado para retirar os agrotóxicos desses vegetais. Para se ter uma ideia do problema, uma recente pesquisa realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em parceria com a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), analisou 135 amostras recolhidas em supermercados da Região Metropolitana de Fortaleza. Dos 20 tipos de frutas, verduras e hortaliças analisadas, pelo menos 17 tiveram amostras com resíduos de agrotóxicos acima do permitido para o consumo.
A pesquisa analisou culturas de arroz, feijão, banana, tomate, uva, laranjas, pimentão e pepino. As únicas três culturas em que foram encontrados resíduos tóxicos dentro do limite permitido foram banana, laranja e manga. O pimentão foi o campeão de contaminação, com análises insatisfatórias em cinco das seis amostras avaliadas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que os agrotóxicos não fazem mal se forem ingeridos dentro de determinados valores estabelecidos por ela.
O problema é como saber, só olhando para uma banana, se ela tem ou não agrotóxicos dentro dos valores estabelecidos pela OMS. Os agrotóxicos causam uma série de problemas, desde dores de cabeça, hiperatividade em crianças e o câncer. As perguntas que ficam são: como fugir disso tudo? Como voltar no tempo?
Dicas
> O uso de bicarbonato de sódio não retira os agrotóxicos dos vegetais e ainda pode destruir algumas vitaminas.
>Os alimentos orgânicos não possuem agrotóxicos.
Cláudio Lima é engenheiro de alimentos do Instituto Centec, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos, autor de três livros na área de higiene e qualidade de alimentos.claudiolima@opovo.com.br
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Contaminação de esponjas de louça - pesquisa realizada em portugal
Alimento & saúde
Esponja de louça: A chefe da gangue
Cláudio Lima
22 Mai 2010 - 16h29min
22 Mai 2010 - 16h29min
Em maio de 2009, neste espaço, falamos sobre esponjas de lavar louça e mostramos que uma simples esponja pode ser perigosa ao espalhar contaminação, caso não seja esterilizada e trocada regularmente. Hoje destacamos novidades com relação a esse tema. Sabe-se que durante o processo de limpeza dos equipamentos, superfícies e utensílios de uma cozinha, resíduos de alimentos ficam presos às cavidades das enponjas. A presença desses resíduos alimentares e de água favorece o crescimento microbiano - na própria esponja - que se transforma numa morada para bactérias, fungos, parasitas e virus.
O pior de tudo é que uma esponja contaminada leva a contaminação para todos os locais onde ela tocar, embora possa não levantar suspeitas, dada a sua aparência inofensiva. Esta coluna recebeu um email com os resultados de uma pesquisa sobre esponjas de louça, que fora realizada por uma aluna do curso técnico de controle de qualidade alimentar, na cidade de Torres Nova, em Portugal. Na referida pesquisa, o mais interessante foi a metodologia utilizada. Esponjas de lavar louça compradas em supermercados foram distribuídas para donas de casa usarem normalmente em suas cozinhas durante três semanas consecutivas.
Foram distribuídos dois tipos de esponja: uma do tipo comum e outra que continha substâncias bactericidas em sua composição. Outras esponjas sofreram ainda esterilização através do uso de água fervente. As análises microbiológicas foram realizadas dois meses após o recolhimento dessas esponjas. A pesquisa não avaliou um grande número de amostras(esponjas).Mesmo assim, os resultados são interessantes e devem ser levados em consideração porque dão uma idéia do que acontece com as esponjas usadas normalmente nas residências. Até aqui, a opinião de muitos especialistas e pesquisadores, era que uma esponja poderia abrigar microrganismos patogênicos por pelo menos duas semanas.
Conclusões da pesquisa
A pesquisa chegou a quatro importantes conclusões:
1- Uma espoja de lavar louça pode abrigar microrganimos vivos por pelo menos dois meses;
2- Um esponja com bom aspecto não garante que ela não esteja contaminada;
3- A esponja que continha substâncias bactericidas não mata os microrganimos nem impede o crescimento deles.
4- O uso de água fervente é eficaz no processo de esterilização de esponjas.
Ora, se as esponjas usadas em residências se contaminam com tamanha facilidade, imagine as esponjas utilizadas em lanchonetes e restaurantes. Muitos desses estabelecimentos não se preocupam com esses detalhes e exageram no quesito economia. É muito comum em minhas consultorias encontrar esponjas danificadas, furadas, sujas, imersas em água com sabão, abandonadas em cima das pias, descançando em cima de barras de sabão. A solução para resolver este problema passa por vários pontos como a realização de campanhas educativas por parte da vigilância sanitária; treinamento dos manipuladores e funcionários dos restaurantes; e uma postura mais exigente dos consumidores que devem procurar sempre visitar as cozinhas dos locais onde se alimentam. Sugiro muito cuidado com o uso da esponja, pois ela pode ser apontada como a grande vilã, a chefe da gangue da cozinha que inclui ainda, entre os membros perigosos, o pano de prato, a tábua de corte e a lixeira de pia.
>> Cláudio Lima é engenheiro de alimentos do Instituto Centec, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos e autor de três livros na área de higiene e qualidade de alimentos. claudiolima@opovo.com.br
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Agracimentos aos Visitantes do nosso Blog
Cidades, distritos, estados e países que visitam nosso blog
Angra, Vila de Nova Gaia , Bragana, Terrugem, Lousada e Cadaval ( Portugal )
Cabo Verde ( Africa )
Sutton e Uckfield (Inglaterra)
Framingham, New York e WestBabilon (USA)
Victoria (Canadá )
Buenos Aires (Argentina)
Bogotá (Colômbia)
Muito Obrigado
Gracias
Thanks
Mande email para inspetorsaude@gmail.com
Muito obrigado!
Angra, Vila de Nova Gaia , Bragana, Terrugem, Lousada e Cadaval ( Portugal )
Cabo Verde ( Africa )
Sutton e Uckfield (Inglaterra)
Framingham, New York e WestBabilon (USA)
Victoria (Canadá )
Buenos Aires (Argentina)
Bogotá (Colômbia)
Muito Obrigado
Gracias
Thanks
Mande email para inspetorsaude@gmail.com
Muito obrigado!
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Norovírus
07/05/2010
Pesquisadores debatem os riscos de contaminação dos alimentos in natura
Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A alimentação é uma das principais formas de contaminação por vírus, como o norovírus, que provoca gastroenterite com quadro de diarreia e vômitos. A constatação tem preocupado especialistas de todo o mundo, que defendem uma maior regulamentação e incentivos às pesquisas virológicas.
Jan Vinjé, pesquisador do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, apontado com um dos maiores especialistas em norovírus do mundo, lembra que um surto em Londres ganhou grande repercussão. No restaurante mais famoso da cidade inglesa, o manuseio de alimentos sem cuidados de higiene provocou a infecção pelo vírus em mais de quinhentas pessoas em poucas semanas. Para Vinjé, a preocupação com esse tipo de infecção está justamente no fato de a comida ser hoje um produto “internacional”.
“Você pode contaminar muitas pessoas ao mesmo tempo. E você precisa da presença de muito pouco norovírus para provocar uma grande infecção. Enquanto precisa de uma presença muito grande da [bactéria] Salmonella, por exemplo, para deixar uma pessoa doente.”
O especialista explica que, atualmente, a única forma eficiente de prevenção é a higiene. Ele recomenda, além dos hábitos de higiene pessoal de quem manipula esses produtos, que os alimentos sejam muito bem lavados, se possível com ajuda de outros elementos além da água, como o vinagre. Verduras, legumes, frutas e moluscos, como ostras, por ser consumidos crus ou apenas levemente cozidos, estão entre os mais preocupantes.
O estado de Santa Catarina é o maior produtor de ostras do Brasil, respondendo por 90% da produção nacional. Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estão desenvolvendo estudos sobre a presença de adenovírus (que pode causar conjuntivites, gastroenterites e infecções urinárias) e vírus da hepatite A nestes moluscos, que representam o principal atrativo gastronômico do estado.
A pesquisadora Célia Regina Monte Barardi diz que não existem números que ilustrem a infecção por vírus em ostras de Santa Catarina por falta de uma legislação que permita dimensionar o problema e pelo fato de o alimento ser muito consumido por turistas que retornam para as cidades de origem, o que impossibilita o registro de eventuais surtos. Célia Regina garante, entretanto, que as pesquisas feitas por iniciativa da universidade confirmam que o estado produz ostras em águas com boas condições.
Os cientistas da UFSC ainda não conseguiram apresentar uma solução para os produtores, mas estão disseminando uma técnica de desinfecção que usa radiação de luz ultravioleta em pequenos tanques e que pode ser usada pelos distribuidores de ostras e donos de restaurantes.
“Em 96 horas, os moluscos estão desinfectados [tanto em relação a presença de vírus quanto de bactérias, como a Salmonella]. Não tem como estimar custos mas quem vai vender uma ostra depurada, vai vender por um preço mais alto porque está vendendo um produto de mais qualidade. Acredito que o retorno financeiro é mais garantido”, observou Célia Regina.
sábado, 8 de maio de 2010
Panelas de alumínio fazem mal à saúde?
Alimento & saúde
Estamos fritos?
Professor Cláudio Lima
08 Mai 2010 - 14h46min
Desde pequeno escuto falar que panelas de alumínio fazem mal à saúde. As pessoas diziam & dá alzheimer. Aí fico pensando & se as panelas de alumínio fizerem mesmo mal à nossa saúde, estamos todos fritos. Quem é o indivíduo que não usa sequer uma panela de alumínio na sua cozinha? Ficamos sempre com essa dúvida e, como em muitos outros casos, vamos empurrando com a barriga. Até os cientistas e pesquisadores se contradizem. Não chegam a um denominador comum.
Nos últimos anos, tive conhecimento de duas pesquisas realizadas aqui no Brasil, onde resultados de uma iam de encontro aos resultados da outra. A primeira pesquisa realizada pela USP & São Carlos mostrou que alimentos preparados em panelas de alumínio podem absorver o alumínio das panelas durante o cozimento e afetar a saúde humana. Ao preparar alimentos nesse tipo de panela, haveria transferência de alumínio para a água e, posteriormente, da água para os alimentos. A pesquisa também constatou que essa transferência cresce com uma maior quantidade de sal e com o pH mais básico.
No processo de cozimento do arroz e do feijão, por exemplo, foram encontradas quantidades mais elevadas de alumínio. Por isso, neste caso, seria melhor adicionar sal apenas após o cozimento dos alimentos. Essa primeira pesquisa recomenda ainda o uso de panelas de teflon por impedir a passagem dos metais tóxicos para o alimento.
Outra pesquisa, desta vez do Centro de Tecnologia de Embalagem, do Instituto de Tecnologia de Alimentos de São Paulo, mostrou que a contribuição desse tipo de panela na ingestão diária de alumínio está bem abaixo do índice máximo permitido. Essa pesquisa teve como base o modo de preparo dos alimentos e os hábitos alimentares da população brasileira. Este estudo, ao contrário da primeira pesquisa, mostra que o alumínio migra em maior quantidade da panela para o alimento quanto em meio ácido, como por exemplo, no caso do molho de tomate.
O estudo é concluído dizendo que ``nas condições experimentais descritas e adotadas, a ingestão de alumínio proveniente da migração do metal da panela para o alimento não representa risco para a saúde humana e está bem abaixo do limite tolerável internacionalmente aceito``. Então, o que devemos fazer? Jogar as panelas fora?
Bom, acho que podemos pegar algumas sugestões das duas pesquisas, aliadas a dicas de outros pesquisadores para diminuir a quantidade de alumínio que, supostamente, passa das panelas para o alimento, como por exemplo:
> Ao comprar uma panela de alumínio nova, ferva água nela de 3 a 4 vezes;
> Não utilizar panelas de alumínio para preparar alimentos ácidos como: doces em calda e molho de tomate;
> Não fritar alimentos em panelas de alumínio;
> Não usar colheres de alumínio para mexer alimentos em panelas também de alumínio;
> Não esfregar panelas de alumínio com palha de aço;
> Pessoas com insuficiência renal não devem usar panelas de alumínio
Esta coluna conversou por telefone com a nutricionista e também gastrônoma, de Belo Horizonte, Andrezza Eufrásio, que nos falou ter receio da contaminação da comida feita em panelas de alumínio e disse preferir usar panelas de barro e pedra, porém, afirmou que é ilusão querer tirar as panelas de alumínio das residências e restaurantes. Para quem não quer correr nenhum tipo de risco existem outros tipos de panelas, como as de vidro, que não reagem com os alimentos.
>> Cláudio Lima é engenheiro de alimentos do Instituto Centec, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos e autor de três livros na área de higiene e qualidade de alimentos. claudiolima@opovo.com.br
ASSISTA TAMBÉM O VÍDEO SOBRE PANELAS DE ALUMÍNIO NESTE BLOG
domingo, 25 de abril de 2010
Detergente de louça faz mal à saúde?
Alimento & saúde
Do sabão de coco ao detergente
Cláudio Lima
24 Abr 2010 - 15h28min
A palavra detergente tem origem na palavra grega ``detergere`` que significa limpar, limpo. Para nós que trabalhamos na produção de alimentos em indústrias, empresas ou mesmo nas cozinhas domésticas, limpar, significa remover as sujeiras do ambiente, dos equipamentos e dos utensílios. Retirando a sujeira, os resíduos de alimentos e a gordura desses locais, estamos deixando o ambiente limpo. Mas, ao comprar detergente, o consumidor deve ficar atento ao rótulo.
A substância química que está presente na composição dos detergentes e que facilita sua ação chama-se tensoativo. O tensoativo é uma molécula química que reduz a tensão superficial de um líquido. Essa ação facilita a remoção das sujidades e das gorduras. Pois bem. A biodegradabilidade desse tensoativo é que vai determinar o seu grau de poluição quando em contato com o meio ambiente. Os tensoativos que não são biodegradáveis, ao serem usados nas formulações dos detergentes para lavar louça, alcançam os rios poluindo-os. Esses tensoativos formam bastante espuma.
A grande quantidade de espuma formada impede a oxigenação da água dos rios e córregos, pois dificulta o contato do oxigênio atmosférico com o corpo d-água. Isso provoca a morte de peixes e de outros animais no seu habitat.Essa poluição também dificulta, e muito, o tratamento da água pela companhia de abastecimento das cidades.Esse tipo de tensoativo faz parte da classe de substâncias químicas conhecidas como disruptores endócrinos - que são compostos químicos com estrutura química semelhante aos hormônios femininos. Os disruptores endócrinos provocam sérios problemas hormonais em animais e seres humanos, além de câncer e várias anomalias.
Essas substâncias também podem ocasionar alergias, principalmente em pessoas com pele sensível. Por isso, ao comprar detergente, você deve procurar no rótulo a informação - tensoativo biodegradável. Isso garante que o detergente não agride a natureza. Para lavar uma pequena quantidade de louça, duas ou três gotas de detergente na esponja, resolve. Pesquisas com donas de casa já revelaram que para elas, quanto mais espuma formar o detergente, mais forte é a sua ação de limpeza. O que, absolutamente, não é verdade. Para cozinhas domésticas eu costumo indicar o bom e velho sabão de coco em barra.
>> Cláudio Lima é engenheiro de alimentos do Instituto Centec, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos e autor de três livros. claudiolima@opovo.com.br
DICAS
> Use apenas algumas gotas na esponja para lavar louça;
> Verifique no rótulo se contém a informação ``tensoativo biodegradável`` e ``dermatologicamente testado``;
> Jamais use detergente para fazer a higienização de frutas e verduras;
> Você pode utilizar sabão de coco para lavar louça, pois esse não possui substâncias poluidoras.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Batatas fritas, frituras e acrilamida
Alimento & Saúde
Acrilamida: a batata frita não é a única vilã.
Professor Cláudio Lima
10 Abr 2010 - 17h15min
10 Abr 2010 - 17h15min
Estudos mostram a presença na batata frita de uma substância chamada acrilamida. A acrilamida é uma substância química acusada de causar câncer em seres humanos, sendo formada quando alimentos ricos em amido são expostos a altas temperaturas.
Ela também tem sido produzida desde a década de 50 para produzir poliacrilamida, que é empregada, por exemplo, no tratamento de água e em fundações para a construção de túneis e barragens. A acrilamida também é encontrada em cosméticos, colas, papéis, embalagens de alimentos e em cigarros.
Em 2002, na Suécia, grandes quantidades dessa substância foram isoladas de alguns alimentos processados, como batata frita, batata chips e cereais matinais. A partir daí a acrilamida virou objeto de estudo de muitos pesquisadores, pois essa substância é carcinogênica e neurotóxica (danifica o sistema nervoso).
A acrilamida aparece nos alimentos quando processados em altas temperaturas, principalmente através da fritura. Quanto mais alta a temperatura, maior a concentração da substância no alimento. Quanto mais rico em amido for o alimento, também mais acrilamida se formará.
Neste momento, a batata deixa de ser a única vilã. Alimentos como pães, bolos, biscoitos e macaxeira frita também são fontes de acrilamida. Alimentos passados em farinhas (amidos) como empanados e bolinhos fritos (peixe, queixo, bacalhau) também apresentam grandes teores de acrilamida. Por isso, esses alimentos não devem ser expostos, por longo período, a temperaturas superiores
a 120º C.
Batata frita
No caso da batata, que é um alimento mundialmente difundido, algumas medidas podem ser tomadas para diminuir a formação de acrilamida no momento da fritura. Como citei anteriormente, em temperaturas acima de 120ºC, há grande formação desses compostos. Isso ocorre devido à reação de um aminoácido (asparagina) presente nesses alimentos com os açúcares redutores (glicose e frutose).
Pois bem, quando batatas são armazenadas em geladeira (temperaturas abaixo de 10 ºC) há um aumento na formação de açúcares redutores. Por isso, ao chegar do supermercado, não armazene batatas na geladeira. Deixe em temperatura ambiente a quantidade de batatas que você deseja fritar.
Antes de fritar as batatas, deixe-as de molho em água fria durante aproximadamente 90 minutos. Essa operação retira o excesso de carboidratos e, portanto, diminui a formação de acrilamida.A última dica é fritar as batatas até que atinjam um tom amarelo-dourado. Despreze aquelas batatas que ficam queimadas e escurecidas, pois apresentam mais acrilamida.Alguns estudos indicam que o cozimento não propicia a formação de acrilamida. Talvez, pelo fato de, na fritura, os alimentos atingirem uma maior temperatura.O certo é que muitos estudos ainda virão e, por enquanto, devemos evitar os alimentos industrializados e aumentar o nosso consumo de frutas e verduras.
>> Cláudio Lima é engenheiro de alimentos do Instituto Centec, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos e autor de três livros na área de higiene e qualidade de alimentos.claudiolima@opovo.com.br
Ela também tem sido produzida desde a década de 50 para produzir poliacrilamida, que é empregada, por exemplo, no tratamento de água e em fundações para a construção de túneis e barragens. A acrilamida também é encontrada em cosméticos, colas, papéis, embalagens de alimentos e em cigarros.
Em 2002, na Suécia, grandes quantidades dessa substância foram isoladas de alguns alimentos processados, como batata frita, batata chips e cereais matinais. A partir daí a acrilamida virou objeto de estudo de muitos pesquisadores, pois essa substância é carcinogênica e neurotóxica (danifica o sistema nervoso).
A acrilamida aparece nos alimentos quando processados em altas temperaturas, principalmente através da fritura. Quanto mais alta a temperatura, maior a concentração da substância no alimento. Quanto mais rico em amido for o alimento, também mais acrilamida se formará.
Neste momento, a batata deixa de ser a única vilã. Alimentos como pães, bolos, biscoitos e macaxeira frita também são fontes de acrilamida. Alimentos passados em farinhas (amidos) como empanados e bolinhos fritos (peixe, queixo, bacalhau) também apresentam grandes teores de acrilamida. Por isso, esses alimentos não devem ser expostos, por longo período, a temperaturas superiores
a 120º C.
Batata frita
No caso da batata, que é um alimento mundialmente difundido, algumas medidas podem ser tomadas para diminuir a formação de acrilamida no momento da fritura. Como citei anteriormente, em temperaturas acima de 120ºC, há grande formação desses compostos. Isso ocorre devido à reação de um aminoácido (asparagina) presente nesses alimentos com os açúcares redutores (glicose e frutose).
Pois bem, quando batatas são armazenadas em geladeira (temperaturas abaixo de 10 ºC) há um aumento na formação de açúcares redutores. Por isso, ao chegar do supermercado, não armazene batatas na geladeira. Deixe em temperatura ambiente a quantidade de batatas que você deseja fritar.
Antes de fritar as batatas, deixe-as de molho em água fria durante aproximadamente 90 minutos. Essa operação retira o excesso de carboidratos e, portanto, diminui a formação de acrilamida.A última dica é fritar as batatas até que atinjam um tom amarelo-dourado. Despreze aquelas batatas que ficam queimadas e escurecidas, pois apresentam mais acrilamida.Alguns estudos indicam que o cozimento não propicia a formação de acrilamida. Talvez, pelo fato de, na fritura, os alimentos atingirem uma maior temperatura.O certo é que muitos estudos ainda virão e, por enquanto, devemos evitar os alimentos industrializados e aumentar o nosso consumo de frutas e verduras.
>> Cláudio Lima é engenheiro de alimentos do Instituto Centec, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos e autor de três livros na área de higiene e qualidade de alimentos.claudiolima@opovo.com.br
domingo, 4 de abril de 2010
Vigilância Apreende peixe em Fortaleza
Na Semana Santa o consumo de peixe aumenta bastante. Preocupada com a qualidade do produto comercializado na capital cearense, a vigilância sanitária realizou uma fiscalização na madrugada desta sexta-feira (2 de abril de 2010) e foram apreendidos quase 500kg de pescado.
Fonte: Tv Jangadeiro
Fonte: Tv Jangadeiro
segunda-feira, 29 de março de 2010
Cheiro de café
Cientista cria café inalável
Cada "baforada" no Le Whif equivale a uma dose de espresso
Já aconteceu com todo o geek que se preza: você precisa de uma dose extra de cafeína, agora, e descobre que não há uma única xícara de café decente nas redondezas. Para resolver este problema, o professor norte-americano David Edwards criou Le Whiff, uma mistura de café em pó feito para ser inalado.
O produto vem em “bastões” similares a um batom, contendo uma mistura muito fina de café pulverizado. Basta abrir o bastão, colocar na boca e respirar fundo. Cada “dose” tem o equivalente a 100 miligramas de cafeína, o correspondente a uma boa xícara de espresso, e um bastão rende 9 doses.
Segundo o jornal NY Post, o Le Whif foi desenvolvido na França, em parceria com o “chef” Thierry Marx. De acordo com o inventor, as partículas foram projetadas para aderir à língua e às paredes da boca, deixando um “gostinho” de café e a cafeína, sem que se alojem no pulmão. Cada “baforada” tem apenas 1 caloria.
Por enquanto o Le Whif está disponível em apenas duas lojas nos EUA, em Nova Iorque e Cambridge, mas a fabricante planeja para breve lançamento em todos os EUA, Inglaterra, França e Japão. Cada bastão custa US$ 3,00, e também há uma versão chocolate. Mais informações no site oficial, em www.lewhif.com/launch.html
Fonte- Geek
sábado, 27 de março de 2010
Água Plastificada
Alimento e Saúde
Água Plastificada
Professor Cláudio Lima
27 Mar 2010 - 19h36min
27 Mar 2010 - 19h36min
Na segunda-feira passada, dia 22 de março, foi comemorado o Dia Mundial da Água. Lendo trabalhos sobre a problemática da água em todo o mundo, me deparei com um artigo que mostrava os resultados de uma pesquisa com água mineral que me deixou bastante preocupado. Facilmente encontramos em revistas especializadas pesquisas científicas mostrando a contaminação de águas minerais envasadas em algumas cidades ou estados brasileiros. Como exemplo, podemos citar uma pesquisa realizada aqui no Ceará pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), de abril de 2004 a dezembro de 2005, onde foi constatado que 63,8% das águas envasadas em garrafões de 20 litros apresentavam não conformidade com a legislação sanitária.
Essa pesquisa constatou, inclusive, a presença em 9,9% das amostras, da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode ser uma bactéria perigosa para pessoas imunodeprimidas.
Outra pesquisa, desta vez realizada pelo laboratório de microbiologia do Instituto Centec de Limoeiro do Norte, em 2007, também com garrafões de 20 litros, mostrou que 20% das amostras de água mineral e 40% das amostras de água adicionada de sais estariam impróprias para o consumo. Contudo, a água envasada, além de poder causar problemas de contaminação microbiológica, caso a produção não obedeça às normas de higiene vigentes, pode causar problemas de contaminação química.
Uma recente pesquisa publicada na revista Environmental Science and Pollution Research mostra que a água mineral engarrafada, se armazenada em recipientes feitos com um tipo de plástico conhecido como PET (polietileno tereftalato), pode conter uma quantidade de poluentes estrogênicos. Na pesquisa, os cientistas alemães Martin Wagner e Jörg Oehlmann, utilizaram garrafas PET e garrafas de vidro para criar caracóis. A espécie de caracol usada & Potamopirgus antipodarum & é sensível ao estrogênio, aumentando a sua produção de embriões quando exposto a grandes concentrações desse hormônio. Os caracóis cultivados em garrafas PET produziram o dobro de embriões dos caracóis cultivados em garrafas de vidro. A análise dos dados mostra claramente a contaminação por estrogênios.
Essas substâncias são utilizadas nas embalagens plásticas, para desenvolver no material, propriedades de durabilidade, flexibilidade e cor. A indústria de embalagens incorpora essas substâncias com a função antioxidante e, muitos desses antioxidantes, são compostos fenólicos que apresentam estrogênio. As substâncias com função estrogênica são chamadas de hormônios sintéticos, pois têm estrutura química semelhante ao estrógeno (hormônio feminino). Devido à semelhança, o organismo humano não percebe a diferença e isso pode provocar inúmeros problemas de doença.
Para que a contaminação química, neste caso, provoque problemas, é necessário que haja bioacumulação o que exige uma exposição continuada. Por isso, a melhor opção, neste momento, para não bebermos ``água plastificada``, seja utilizarmos garrafas de vidro.
>> Cláudio Lima é engenheiro de alimentos, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos, autor de três livros na área de higiene e qualidade de alimentos. claudiolima@opovo.com.br
Essa pesquisa constatou, inclusive, a presença em 9,9% das amostras, da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode ser uma bactéria perigosa para pessoas imunodeprimidas.
Outra pesquisa, desta vez realizada pelo laboratório de microbiologia do Instituto Centec de Limoeiro do Norte, em 2007, também com garrafões de 20 litros, mostrou que 20% das amostras de água mineral e 40% das amostras de água adicionada de sais estariam impróprias para o consumo. Contudo, a água envasada, além de poder causar problemas de contaminação microbiológica, caso a produção não obedeça às normas de higiene vigentes, pode causar problemas de contaminação química.
Uma recente pesquisa publicada na revista Environmental Science and Pollution Research mostra que a água mineral engarrafada, se armazenada em recipientes feitos com um tipo de plástico conhecido como PET (polietileno tereftalato), pode conter uma quantidade de poluentes estrogênicos. Na pesquisa, os cientistas alemães Martin Wagner e Jörg Oehlmann, utilizaram garrafas PET e garrafas de vidro para criar caracóis. A espécie de caracol usada & Potamopirgus antipodarum & é sensível ao estrogênio, aumentando a sua produção de embriões quando exposto a grandes concentrações desse hormônio. Os caracóis cultivados em garrafas PET produziram o dobro de embriões dos caracóis cultivados em garrafas de vidro. A análise dos dados mostra claramente a contaminação por estrogênios.
Essas substâncias são utilizadas nas embalagens plásticas, para desenvolver no material, propriedades de durabilidade, flexibilidade e cor. A indústria de embalagens incorpora essas substâncias com a função antioxidante e, muitos desses antioxidantes, são compostos fenólicos que apresentam estrogênio. As substâncias com função estrogênica são chamadas de hormônios sintéticos, pois têm estrutura química semelhante ao estrógeno (hormônio feminino). Devido à semelhança, o organismo humano não percebe a diferença e isso pode provocar inúmeros problemas de doença.
Para que a contaminação química, neste caso, provoque problemas, é necessário que haja bioacumulação o que exige uma exposição continuada. Por isso, a melhor opção, neste momento, para não bebermos ``água plastificada``, seja utilizarmos garrafas de vidro.
>> Cláudio Lima é engenheiro de alimentos, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos, autor de três livros na área de higiene e qualidade de alimentos. claudiolima@opovo.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)



