Artigo publicado no Jornal O Povo no último domingo dia 23 de agosto, na coluna do professor Cláudio Lima. (Alimento & Saúde / caderno Ciência & Saúde)
Feiras Livres
Há 15 dias, visitei uma feira livre localizada no bairro Água Fria para gravar uma matéria para o meu quadro na televisão (assista ao vídeo no meu blog). Fazia tempo que eu não caminhava no meio de uma feira. Muito tempo mesmo. Eu tinha a idéia de que não iria encontrar coisa muito boa com relação ao manuseio, armazenagem e higiene dos alimentos. Mas pensei, inocentemente, que a situação já estivesse um pouco melhor.
Logo de cara me deparei com um lugar muito sujo com lama e lixo a céu aberto. Barracas sujas, quebradas, confeccionadas em madeira, o que facilita a absorção de umidade, sujeira e contaminantes. Muitos feirantes trabalhando com a roupa suja, fumando, com barba, sem touca e passando o troco no momento em que manipulam os alimentos. Não existia preocupação com a aparência e asseio.
Pescados, aves abatidas e vísceras de animais sendo comercializados fora de refrigeração, nem ao menos acondicionados em recipientes apropriados com gelo.
Alguns não utilizam lixeiras ou sacos e lançam o lixo no asfalto atraindo moscas, insetos e animais como cães e gatos - a procura de um pedaço de carne. Naquele calorzinho de rachar o chão também encontrei queijo de coalho, tortas doces e, pasmem, iogurtes fora da refrigeração. Uma consumidora me disse que é comum encontrar também iogurtes vencidos ou perto do vencimento.
Não custa nada pedir à Vigilância Sanitária Municipal que dê uma passadinha nestas feiras para orientar os feirantes e ensinar a população como se proteger dos riscos aos quais estão expostos. Quem já visitou algumas feiras livres em São Paulo certamente ficou adimirado pela qualidade dos alimentos comercializados e, sobretudo, com a organização e higiene dos feirantes. A Prefeitura de São Paulo possui uma legislação (Decreto nº 48.172, de 6 de março de 2007) que dispõem sobre o funcionamento das feiras livres. Esse Decreto abrange os tipos de feiras livres, a localização, o funcionamento, o tamanho das barracas, os tipos de produtos comercializados, o tipo de transporte, o registro dos feirantes, a higiene e manuseio dos alimentos, dentre muitos outros detalhes minuciosos.
Então podemos fazer o seguinte questionamento: se os paulistas podem e fazem, por qual motivo nós também não fazemos? Isso requer vontade política e organização por parte da Prefeitura de Fortaleza e também dos feirantes. Que tal se a Prefeitura tentasse organizar os locais onde as feiras ocorrem? Padronizasse as barracas? Uniformizasse os feirantes de acordo com o tipo produto comercializado? Oferecesse cursos de capacitação nas áreas de higiene de alimentos, exposição de mercadorias, atendimento ao cliente?
Os cursos poderiam ser obrigatórios para quem quer trabalhar como feirante e as barracas poderiam ser padronizadas e financiadas pela própria Pefeitura, com pagamento facilitado. As feiras poderiam sempre ocorrer em praças ou locais onde a Prefeitura pudesse disponibilizar água e energia. No meio das ruas é muito complicado.
A Prefeitura poderia também disponibilizar supervisores para orientar os feirantes a trabalharem sempre dentro dos padrões exigidos. Mas o que se vê é o descaso e a falta de investimentos na prevenção de doenças transmitidas por alimentos. O povo come mal por falta de orientações simples. Enfim, uma feira livre em Fortaleza é a prova viva de que a nossa população ainda é muito desinformada e de que o poder público é mais do que ausente.
FIQUE DE OLHO NA SAÚDE
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Mais uma pessoa é presa vendendo alimentos suspeitos.
Na quinta-feira (21), policiais também prenderam em flagrante o gerente de uma lanchonete em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a polícia, ele é suspeito de comercializar alimentos com prazos de validades vencidos.
De acordo com o delegado Roberto Ramos, titular da especializada, os agentes foram ao local checar denúncia de que no estabelecimento eram vendidas mercadorias com prazos de validades vencidos, impróprias para o consumo.
No local, os policiais encontraram recheio de frango, carne bovina, espinafre, folhados e linguiça calabresa sem origem e prazo de validade, que estavam prontos para serem comercializados. Ao confirmarem a denúncia, os policiais apreenderam as mercadorias, sendo uma parte inutilizada pela Vigilância Sanitária.
A coisa tá cada vez mais difícl.Vamos redobrar nossa atenção e exigir dos locais onde compramos alimentos.Fiscalize, denuncie, reclame.
FIQUE DE OLHO NA SAÚDE!
De acordo com o delegado Roberto Ramos, titular da especializada, os agentes foram ao local checar denúncia de que no estabelecimento eram vendidas mercadorias com prazos de validades vencidos, impróprias para o consumo.
No local, os policiais encontraram recheio de frango, carne bovina, espinafre, folhados e linguiça calabresa sem origem e prazo de validade, que estavam prontos para serem comercializados. Ao confirmarem a denúncia, os policiais apreenderam as mercadorias, sendo uma parte inutilizada pela Vigilância Sanitária.
A coisa tá cada vez mais difícl.Vamos redobrar nossa atenção e exigir dos locais onde compramos alimentos.Fiscalize, denuncie, reclame.
FIQUE DE OLHO NA SAÚDE!
Gerente é preso vendendo alimentos fora da validade
Um gerente de um mercado foi preso nesta sexta-feira (22) sob suspeita de comercializar alimentos com prazos de validades vencidos em Araruama, na Região dos Lagos. Segundo a Polícia Civil, no estabelecimento, agentes da Delegacia do Consumidor (Decon) encontraram produtos impróprios para o consumo.
De acordo com o delegado Roberto Ramos, titular da especializada, os agentes chegaram ao local após uma denúncia anônima. No local, os agentes encontraram 140 kg de carne bovina, 15 kg de frango, 13 kg de bacon, queijos, salames e linguiça.
Parte da mercadoria foi apreendida e o restante inutilizado pela Vigilância Sanitária de Araruama. O gerente foi conduzido até a sede da especializada e autuado com base na Lei do Crime Contra Relação de Consumo.
Fique de olho na saúde!
De acordo com o delegado Roberto Ramos, titular da especializada, os agentes chegaram ao local após uma denúncia anônima. No local, os agentes encontraram 140 kg de carne bovina, 15 kg de frango, 13 kg de bacon, queijos, salames e linguiça.
Parte da mercadoria foi apreendida e o restante inutilizado pela Vigilância Sanitária de Araruama. O gerente foi conduzido até a sede da especializada e autuado com base na Lei do Crime Contra Relação de Consumo.
Fique de olho na saúde!
sábado, 8 de agosto de 2009
COLESTEROL
Hoje é o Dia Nacional de Controle do Colesterol. Em vista disso, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) lança uma campanha sobre o colesterol, um fator de risco para 8% das mortes causadas no País por doenças não transmissíveis, segundo a SBC, que também alerta para o fato de que 50% dos médicos, na mesma pesquisa, não demonstram preocupação com o nível de colesterol de seus pacientes.
Fique de olho na saúde
Fique de olho na saúde
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
PALESTRA
Na próxima terça-feira, dia 11 de agosto, o INSPETOR SAÚDE ministrará palestra para os clientes da Doceria GOULASHE, a partir das 18:30hr.
Tema - higiene de alimentos para o seu dia-a-dia.
Compareça e tome um café conosco!
A palestra faz parte do projeto Goulashe Cultural que presenteará os clientes da empresa com uma palestra por mês, com temas variados.
Em breve estarei informando o dia da palestra que ministrarei para os clientes da Livraria SARAIVA do Shopping IGUATEMI.
Fique de olho na saúde!
Tema - higiene de alimentos para o seu dia-a-dia.
Compareça e tome um café conosco!
A palestra faz parte do projeto Goulashe Cultural que presenteará os clientes da empresa com uma palestra por mês, com temas variados.
Em breve estarei informando o dia da palestra que ministrarei para os clientes da Livraria SARAIVA do Shopping IGUATEMI.
Fique de olho na saúde!
terça-feira, 28 de julho de 2009
Britânica morre depois de dieta de sopa e água

Uma britânica morreu depois de ter passado meses seguindo uma dieta à base de sopas e água.
Helen Anderson, de 26 anos, pesava pouco mais de 58 kg quando foi encontrada morta por sua mãe, em sua casa, na cidade de South Shields.
Ela media 1,79 metro e havia perdido cerca de 38 kg com a dieta.
Uma investigação concluiu que Helen morreu acidentalmente, por cetoacidose - uma reação química do metabolismo à falta de açúcares.
"Este fenômeno - uma espécie de envenenamento - foi criado pelo próprio organismo dela", disse o chefe da investigação, Terence Carney.
"Isso ocorre porque o corpo reage à falta de açúcar, e que neste caso foi, em parte, consequência da dieta intensa com a qual Helen estava tentando retomar seu peso ideal."
"Este é um fenômeno natural e é um problema que pode se desenvolver muito rapidamente, sem que a pessoa se dê conta das consequências", explicou Carney.
Helen tinha uma filha de 5 anos e preparava seu segundo casamento.
Ela dizia ter engordado por causa dos efeitos colaterais de um medicamento.
Helen Anderson, de 26 anos, pesava pouco mais de 58 kg quando foi encontrada morta por sua mãe, em sua casa, na cidade de South Shields.
Ela media 1,79 metro e havia perdido cerca de 38 kg com a dieta.
Uma investigação concluiu que Helen morreu acidentalmente, por cetoacidose - uma reação química do metabolismo à falta de açúcares.
"Este fenômeno - uma espécie de envenenamento - foi criado pelo próprio organismo dela", disse o chefe da investigação, Terence Carney.
"Isso ocorre porque o corpo reage à falta de açúcar, e que neste caso foi, em parte, consequência da dieta intensa com a qual Helen estava tentando retomar seu peso ideal."
"Este é um fenômeno natural e é um problema que pode se desenvolver muito rapidamente, sem que a pessoa se dê conta das consequências", explicou Carney.
Helen tinha uma filha de 5 anos e preparava seu segundo casamento.
Ela dizia ter engordado por causa dos efeitos colaterais de um medicamento.
f: G1
Fique de olho na saúde!
domingo, 26 de julho de 2009
Tapioca Segura
Jornal O Povo - Caderno Ciência & Saúde - Coluna Alimento & Saúde - 26 de julho de 2009
O lugar conhecido como Centro das Tapioqueiras, no bairro da Paupina, em Fortaleza, é um muito legal e frequentado por todas as classes sociais. A ideia de reunir todos aqueles comerciantes que sabem fazer como poucos a tapioca foi, sem dúvida, uma grande sacada. No Centro das Tapioqueiras, além da tradicional tapioca servida com leite de coco e acompanhada com café ou cajuína, o freguês pode saborear tapiocas recheadas com carne moída, frango, camarão ou carne-de-sol. Também pode provar tapiocas preparadas com recheios doces como o de banana assada, goiabada, leite condensado ou chocolate. São dezenas de combinações diferentes. Tem tapioca pra todo gosto. O local é agradável e bastante ventilado onde se pode reunir a família ou amigos para bater um papo saboreando a iguaria logo cedinho no café da manhã ou no lanche do fim de tarde. Além de tudo, o local possui estacionamento gratuito e fica às margens da CE-040, sendo parada obrigatória para os turistas que vão ou retornam das praias do Litoral Leste do estado. Contudo é necessário que sejam feitas ali melhorias, tanto na estrutura física, como na capacitação dos funcionários que manipulam os alimentos. Os banheiros precisam ser melhorados para um maior conforto dos clientes.Muitas vezes falta sabão para higienizar as mãos e, da última vez, que estive lá, estava faltando água. As torneiras e as portas dos sanitários também estavam danificadas. Perto do estacionamento principal, há um local que exala um odor desagradável. Pelo que fui informado, ali não há saneamento e, portanto, esse odor certamente é oriundo da fossa. O local não possui água da companhia de saneamento por isso está sendo utilizado um poço profundo. Acho que o Estado ou a Prefeitura deveriam dar suporte ao local por se tratar de um ponto turístico extremamente visitado. Em alguns dos quiosques dá para perceber uma certa organização, um certo cuidado. Mas é necessário que haja uma ação mais forte no quesito higiene pois o local é aberto. Já presenciei manipuladores de barba, sem usar touca, usando anéis e sem se preocupar com a proteção dos utensílios utilizados no preparo dos alimentos. É comum a presença de animais como cães e gatos rondando as mesas e entrando nas cozinhas. Acredito que o Governo ou a Prefeitura tenha condições de colaborar para a melhoria estrutural, bem como de oferecer treinamento regular com reciclagem anual ou a cada seis meses para mantermos um bom nível de qualidade. Fortaleza é um dos principais destinos turísticos do país, mas ainda deixa muito a desejar nos quesitos atendimento e higiene, por parte dos estabelecimentos que produzem e comercializam alimentos. Precisamos cuidar melhor do que é nosso, tratar melhor os nossos visitantes e para isso precisamos oferecer melhores serviços além de capacitar a nossa gente. De que adianta grandes obras como um aquário e um mega centro de eventos se não conseguirmos produzir uma simples tapioca para o turista comer com segurança?
Cláudio Lima é engenheiro de alimentos do Instituto Centec, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos, autor de três livros na área de higiene e qualidade de alimentos. claudiolima@opovo.com.br
sábado, 11 de julho de 2009
Praça de Alimentação ou Praça de Contaminação?
Jornal O Povo - caderno Ciência & Saúde - 12 de julho de 2009 - Coluna Alimento & Saúde
Outro dia recebi um telefonema às cinco horas da tarde.Era meu sobrinho que estava na praça de alimentação de um grande shopping de Fortaleza. Ele me perguntou: - Tio, você já escreveu ou fez alguma matéria na televisão sobre comida servida em fast-food? Ele continuou: - eu fiz um pedido numa lanchonete aqui da praça de alimentação e fiquei esperando por ele numa mesa bem em frente à loja.Quando o pedido saiu, o balconista chamou a garçonete que estava manipulando o lixo.Ela foi até o balcão pegou meu lanche e trouxe até a minha mesa. Ele me contou que se recusou a receber o lanche e disse a ela o motivo, que muito a contra-gosto e resmungando, acabou substituindo o lanche dele. Desliguei e fiquei lembrando das vezes que fui ao shopping e vi situações erradas com relação ao perigo de contaminação dos alimentos.Uma das situações é bem clara mas quase ninguém repara. Você compra, por exemplo, um sanduiche em um fast food e se precisar de canudos e guardanapos vai observar que, muitas vezes, estão dispostos sobre uma lixeira de madeira. Àquela mesma onde as pessoas colocam as bandejas depois que lancham. Também podemos apontar essas mesmas bandejas como objetos que podem transmitir contaminações. Após fazer o lanche as pessoas pegam suas bandejas, se dirigem até às lixeiras citadas, abrem a tampa de madeira, colocam a bandeja dentro da lixeira, descartam o resto de comida, embalagens e colocam a bandeja sobre a própria lixeira. Já vi funcionários de lanchonetes pegarem essas bandejas e, sem lavarem, colocarem novamente à disposição dos clientes. Veja bem! As bandejas, ou parte delas, foram colocadas na parte interna das lixeiras e, sem que fossem higienizadas, foram reutilizadas por outros clientes. Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Rural Fluminense avaliou as condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos self-services dos shoppings centers situados em várias zonas do município do Rio de Janeiro. A pesquisa concluiu o não atendimento à legislação vigente em 100,0% dos estabelecimentos verificados. Os pisos, na grande maioria dos estabelecimentos (88,89%), apresentavam rachaduras e buracos. As portas desprovidas de fechamento automático em 77,78% dos casos. Em 100% dos locais pesquisados não existia qualquer planilha de controle da higienização das instalações físicas. Observou-se que todos os restaurantes tinham equipamentos de refrigeração inadequados quanto à conservação dos alimentos. Cartazes com orientação para os manipuladores sobre a correta higiene das mãos e demais hábitos de higiene foram observados em apenas 22,22% dos restaurantes. Os programas de capacitação adequados e contínuos relacionados à higiene pessoal e à manipulação dos alimentos foram identificados em apenas 22,22% dos locais. Eu creio, baseando-me na pesquisa, que em Fortaleza como no restante das capitais do país, a situação é semelhante à do Rio de janeiro. Certamente existem bons restaurantes em shoppings que procuram cumprir todas as normas e legislação sanitária. Eu mesmo conheço um excelente em Fortaleza. Contudo deve existir um comprometimento real dos donos desses restaurantes e fast-foods visando o bem-estar dos seus clientes. Mas deixemos claro que os restaurantes são exatamente aquilo que, como clientes, exigimos que eles sejam. Se uma praça de alimentação é na verdade uma praça de contaminação, é porque assim permitimos. >>
Cláudio Lima é engenheiro de alimentos do Instituto Centec, especialista em alimentos e saúde pública, mestre em tecnologia de alimentos, autor de três livros na área de higiene e qualidade de alimentos. claudiolima@opovo.com.br
sábado, 27 de junho de 2009
Novo Programa: Gente na TV
Prezados amigos do Inspetor saúde,
O novo programa da Tv Jangadeiro já está no ar, chama-se GENTE NA TV e o Inspetor Saúde continua no ar, porém às sextas-feiras, sempre no horário das 10:45h da amnhã.
O quadro se chama DE OLHO NA SAÚDE
Na próxima sexta-feira, dia 10 de julho o INSPETOR SAÚDE estreia no novo programa.
Fique ligado!
terça-feira, 23 de junho de 2009
JORNAL O POVO - PÁGINA 2
MEDALHA.
O colunista do O POVO, professor Cláudio Lima, recebeu ontem a Medalha Doutor Periguary de Medeiros, concedida pela Câmara Municipal de Fortaleza. A homenagem é resultado do trabalho do professor na área de higiene de alimentos. Em 2007, Cláudio também teve sua colaboração em ações no setor de vigilância sanitária reconhecida pela Assembleia Legislativa, de quem recebeu uma placa de homenagem. O professor ,colunista do caderno Ciência e Saúde, publicado aos domingos no O POVO, trabalha atualmente na divulgação de seu novo livro: Inspetor saúde - higiene de alimentos para o seu dia-a-dia, que ensina a evitar doenças causadas por alimentos.
O colunista do O POVO, professor Cláudio Lima, recebeu ontem a Medalha Doutor Periguary de Medeiros, concedida pela Câmara Municipal de Fortaleza. A homenagem é resultado do trabalho do professor na área de higiene de alimentos. Em 2007, Cláudio também teve sua colaboração em ações no setor de vigilância sanitária reconhecida pela Assembleia Legislativa, de quem recebeu uma placa de homenagem. O professor ,colunista do caderno Ciência e Saúde, publicado aos domingos no O POVO, trabalha atualmente na divulgação de seu novo livro: Inspetor saúde - higiene de alimentos para o seu dia-a-dia, que ensina a evitar doenças causadas por alimentos.
domingo, 14 de junho de 2009
CONVITE A TODOS OS AMIGOS
CONVITE
O presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Vereador Salmito Filho, convida para sessão solene de entrega da Medalha Doutor Periguary de Medeiros ao Professor Cláudio Lima em virtude da vasta colaboração do prof Cláudio Lima com ações no campo da vigilância sanitária. O homenageado já recebeu Placa de homenagem da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará em outubro de 2007 pelo seu conhecimento e atuação no setor.
À realizar-se
às 19h30min do dia 22 de junho de 2009(segunda-feira)
no Plenário Fausto Aguiar Arruda da Câmara dos vereadores de Fortaleza.
Rua Thompson Bulcão, 830 -Luciano Cavalcante
Traje: passeio completo
CONFIRMAR SUA PRESENÇA ATRAVÉS DO EMAIL: inspetorsaude@gmail.com
quinta-feira, 4 de junho de 2009
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